O Pacto de Basófia
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Num meio mais do que - mal - habituado a esquecer tudo o que tenha mais do que a duração entre dois certames de tunas, é imperioso cultivar a memória.
E fazê-lo naquilo que é essencial - e não perdermo-nos no comezinho - é ainda mais imperioso. Por isso urge lembrar agora o tenebroso pacto efectuado entre os energumenos que foram conduzindo, mal, a Praxe, num mandato que lhes é concedido ano após ano não por qualquer mérito reconhecido mas antes por força do número de chumbos que vão coleccionando, quais galões aos ombros e medalhas ao peito desfiladas em plena Praça Vermelha. Não seriam assim tão bizarras tais patentes - como antes não o eram, respeitando todos os actores - se não se tivessem "armado" em tamanha escalada voltando-se contra aqueles que, no seu metier, sempre souberam honrar a mesma Praxe, apenas e só porque estudantes também eram - uma coincidência - como as patentes (mesmo respeitando-as mormente acumularem os galões não por força da sapiência mas precisamente pela falta dela, ainda por cima, bradando o chumbo como virtude).
Recentemente, o Pacto da Basófia - que desfila, ano após ano, em meados de cada Outubro Negro, uma Via Praxis de clichés desmesuradamente estéreis porque anacrónicos, logo, inadaptados aos tempos de hoje - desferiu um baixo e reles golpe contra a Tuna estudantil, achando-a seu protectorado - mal, novamente -e em alguns casos, seu Amo e Senhor, apenas e só porque, pasme-se, são todos estudantes - embora nas tunas ainda se vá estudando e vendo licenciados, mestres e doutorados, ao contrário das mesmas caras de sempre que infestam o Pacto de Basófia desde tempos tão "remotos" de duas décadas....
Não podemos esquecer. Nem deixar passar. À Tuna estudantil não cabe belicismo, cabe honra, glória e panache no que é e no que faz. Não usa das mesmas armas do Pacto de Basófia; canta e toca queiram ou não queiram os Molotov´s e os Romanov´s; À Tuna não cabe esquecer mas cabe saber estar e ser, não cabe cair nas - imbecis - armadinhas criadas. O Pacto de Basófia ainda não percebeu que não controla nada, ainda não percebeu que o Muro já caiu faz tempo, ainda antes de haver Pacto de Basófia nas nossas Universidades. O Pacto de Basófia é modelo ultrapassado n(N)ato. É um nado morto. Porque achou que poderia mandar no mundo. Até no das Tunas. Achou mal. Tudo basófia. Nunca o zurrar andou perto da condição de música, sequer. É a única Pravda que interessa. Ignoremos o Pacto de Basófia.
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