Eu não estive de modas e quer nos comentários do site, quer no FB do site e até ao autor (via mensagem) deixei o devido reparo, sem papas na língua.
É que não há pachorra!
Sendo para uma publicação, e pela responsabilidade que é, se não sabe pergunta.
"
Chega a ser lamentável, para não dizer vergonhoso, que uma publicação sob iniciativa do Expresso, promova tanta falta de rigor e seriedade, ausência de investigação e pesquisa sobre o que publica (expresso.sapo.pt/%u200Bsete-aspetos-tradi
E digo mais.
Com tanta falta de pachorra para estas merdas, mandei mail à redacção do Expresso a fazer o devido reparo.
Num apublicação lá do jornal da associação de estudantes, mesmo se grave, ainda dou de barato, agora assim.
Já dizia uma colega, e saudosa, de profissão:
Venho por este meio informá-lo que recebemos o seu mail e registamos com atenção as suas observações e chamadas de atenção.
A intenção que esteve na origem do artigo a qu
e se refere não era a de fazer uma peça de fundosobre as origens da praxe ou das tunas, mas antes, fazer apenas um apanhado geral de algumas das mais curiosas tradições universitárias de forma sintética, numr egisto que se pretendia mais informal do que académico. Um objetivo que julgo ser percetível ao longo da construção do texto.
Posto isto, agradeço o seu mail e, se no futuro, for nosso desejo fazer uma peça extensa sobre as origens da praxe, decerto utilizaremos os seus links como referência.
Com os melhorescumprimentos,
Tiago Oliveira"
E a minah resposta foi:
"Caro Tiago,
Agradecendo a sua resposta, não posso contudo concordar com o argumento da infomaldade.
Fosse o artigo mais pequeno, mais "pela rama", mais ou menos informal, isso não se compadece com a quantidade de erros históricos que apresenta por parágrafo.
O mínimo de investigação e pesquisa (que não o imediatismo da wikipédia e quejandos) era imperativo, para se evitar induzir o leitor em erro, propalando teorias baseadas no "diz que disse".
Quando escreve o artigo, fá-lo como profissional, não como "curioso", por isso não pode haver lugar a amadorismos quando se pretende fazer jornalismo de qualidade (e não o periódico do clube de caça e pesca lá da paróquia).
O seu dever, enquanto jornalista, é precisamente retratatar-se com um artigo sério sobre estes assuntos que desfaça equívocos, pois, como lhe disse (e sou apenas um dos muitos indignados com o conteúdo científico do artigo), o seu artigo é uma sucessão de equívocos, mitos e ficção, numa quantidade tal que se fossem erros ortográficos seria palavra sim palavra não, com isso prestando um péssimo serviço aos destinatários (e a si como autor).