Portugaltunas - Tunas de Portugal

O Conquistador

Tunas vs Praxe: a farsa continua

Desta vez, é o ISMAI, mais concretamente a Tuna Feminina.

Mais um iluminado que entende que pode declarar pessoas anti-praxe (imagine-se ao que isto chegou...) e que, por isso, as pode proibir de actuarem com a Tuna, ameaçando declarar a tuna anti-praxe se os elementos "anti-praxe" continuarem a actuar...

É para o que estamos - e Einstein continua a ter razão.

À Tuna Feminina do ISMAI, força, coragem, firmeza e

BOA MÚSICA!

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

Mais:

o dito "duche" daquele Instituto concluiu o mestrado (parabéns, já agora), pelo que perdeu a sua qualidade de aluno...

Sendo assim, perdeu automaticamente a posição de dux... Sendo assim, as suas (parvas) decisões valem - zero, népia, nicles, nada.

Se calhar, vale a pena pensar nisto... e agir em conformidade, meninas da Maia, terra do Lidador.

Isso já nem é lutar com moinhos. Nem sequer é lutar, pois não se pode lutar contra o que não existe - e neste momento, no ISMAI não existe dux.

Bola em frente e vida alegre.

 

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O Conquistador
responde a O Conquistador:

"A Praxe é dura, mas é a Praxe" - e isto é válido para todos...

Pela Praxe, esse senhor não passa de um muito respeitável ex-academista.

Mais nada.

 

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J.Pierre Silva
responde a O Conquistador:

Já reparaste que se torna cada vez mais evidente que, desde há alguns anos a esta parte, a ocuparem cargos de liderança na Praxe parece serem a ignorância e a estupidez os atributos fundamentais?

 

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R T
responde a O Conquistador:

De facto, parece um problema entre aspas tipificado na alegoria da pescada com o rabo na boca, ou seja, um tremendo circulo vicioso e viciante, pelos vistos e para os duches, ao que percebe, onde quem julga que manda consegue efectivamente condicionar quem julga que é mandado, julgando mal porque néscio, pueril ou simplesmente parvo. É daquelas coisas que me fazem rir desmesuradamente, devo confessar, e que atiçam o meu lado mais aparvalhado, confesso, de forma a tentar colocar-me, algo difícil, admito, ao nível de tamanha paródia.

Vai daí, lembrei-me desta, adaptada, claro está, à javardice que para aqui vai, para lá de em consonância fonética com o tão estúpido Acordo Ortográfico que nos querem impingir à força - acordo esse que me faz vociferar um sonoro e esclarecido phoda-se, devo referir.


Ai, Aí, assim vôce mi praixa
Ai si eu tji rapo, ai,
Aí si eu tji rapo
Imbeciu, Imbeciu, assim você mi praixa


Não me ocorre melhor resumo para tamanha suruba onde seguramente os convivas andam equivocados.

Começa a época das tunas e vai daí, lá aparecem os imbecis costumeiros. Depois temos muitos que nem sabem o que se passa , o que ainda é capaz de ser a melhor opção, quedarem-se pela ignorância. Depois temos ainda aqueles que sabem mas fazem de conta que não sabem, o porreiro pá, digamos. Depois ainda a meia dúzia de românticos, otários e crentes onde naturalmente me incluo que acham que estas coisas devem ter uma reacção proporcionada face ao facto em si mesmo que subsidia esta coisa. E ele é só um: ignorância crónica. Porque a Tuna é uma coisa e aquilo (seja lá o que aquilo for) é outra.

Admite-se a dúvida sistémica que nos diz que se se reagir dá-se importância a quem não tem alguma mas se nada se disser eles continuarão a fazer das deles. Claramente um meio-termo é o que se pretende, digo eu.

Acho que o melhor é dizer o evidente: que não se pode nem deve misturar coisas que não são plausíveis de serem misturadas. A pedagogia é a única solução possível. O passado recente mostra que há quem goste de arrear a calcinha e/ou levantar a saia, logo, nada a fazer quando o imbecil tem eco junto de iguais; será pura perca de tempo querer-se catequizar o muçulmano. Por outro lado é da mais pura urgência que se denuncie, somente, estas surubas sazonalmente carnavalescas de quem nem personalidade jurídica tem para que se lhes possa cair em cima com um processo judicial, mesmo que sobrando para os indivíduos, um a um, se fosse caso.

Bom, o melhor mesmo será (re)ler um certo Manifesto que por aí anda e pouco mais haverá a fazer-se, mesmo que e para pena minha esta cena seja um excelente pretexto para que as Tunas possam ter uma voz mais uníssona, coisa que não acontece graças ao tremendo umbiguismo de todos nós, clássico, e curiosamente alimentado pela praxe de idos do boom. Seria giro se não fosse dar o ouro ao bandido.

Até lá continuo pacientemente à espera das barricadas nas Autoestradas, SCUTS, IC´s e EN´s deste país praxista, com bidões de gasoil agrícola a arder qual Roma de Nero e Doutores de colher de pau em riste com o barrete do traje enfiado até às orelhas a mandar parar os carros da túnicas e a fazer revista aos mesmos, carimbando o passaporte do Tuno gentilmente vendido pela Comixão pela módica quantia de 20 aeuriós. Até lá alinhe quem quiser. Desde que não chateie depois.

Abraços a todos - menos a uns....

 

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O Conquistador
responde a R T:

Mais ainda:

A tuna feminina do ISMAI é uma associação legalmente constituída! Pelo que só deve satisfações aos tribunais do nosso país, a mais ninguém.

Mais ainda:

no dia em que foi apadrinhada, a tuna feminina do ISMAI organizou/participou num espectáculo de beneficência e solidariedade que foi BOICOTADO pelo Conselho de Veteranos daquele instituto.

Esse bando de incompetentes deixou ficar mal o nome da instituição que diz representar, em nome da vaidade de um só indivíduo... triste.

É duplamente lamentável. A todos os títulos, há atitudes que estão abaixo de qualquer classificação.

 

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J.Pierre Silva
responde a O Novessetum:

Ia lá desancando os tipos em público, mas via debate.
Isso é que era: haver um debate público, cara a cara, entre esse pseudo-praxistas duxados e alguns ilustres conhecedores da Tuna e das Tradições Académicas.
Dava dinheirinho para ver essa troca de argumentos e a serem redicularizados pela sua falta de conhecimentos. Porque é isso que falta: meter esses tipos no devido lugar e todos perceberem que esses "duches" e afins não passam de umqa cambada de ignorantes e incompetentes qe pouco ou nada sabem de Praxe, quanto mais de Tunas.

 

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O Novessetum
responde a O Conquistador:

Retirado da página do Facebook da Tuna Veterana da Universidade Portucalense:

"isto foi postado por um pai de um tuno. parabens sr fernando

com enorme prazer e honra assisti no passado fim de semana, ao 18º Festival Internacional de Tunas da Universidade Portucalense, que em minha opinião decorreu ao mais alto nívelNo entanto apercebi-me de alguns factos, anormais,que se iam ouvindo, em tom de sussurro nos bastidores, e que foram acontecendo ao longo do Festival.Por tal motivo, e porque tenho uma forte ligação a este evento e aos seus organizadores, tecerei algumas considerações.
Gostaria de elogiar a coragem da Tuna Universitária do Porto,da Tuna Académica Da Faculdade de Economia do Porto, da Tuna Académica da Universidade Lusíada do Porto e Tuna de Tecnologia de Saúde Do Porto, por terem estado neste evento, contra algumas orientações de alguns Pseudo-chefes, da Academia, ou sei la o quê. No entanto e com o devido respeito por estas que enumerei, queria destacar a presença solidária da Tuna Universitária do Porto, e destacar as palavras sabias proferidas,por aquele Sr.Dr. da Flauta,(as minhas desculpas por não saber o nome próprio),desejo que os Pseudo-chefes ao ouçam, pois o prestigio Nacional e Internacional, é por demais reconhecido.
Aos Padrinhos, notei a sua falta, o que me desagradou profundamente. Consultei o Dicionário de Língua Portuguesa, da Porto Editora, e verifiquei, que para alem de outros sinónimos, o que mais me chamou a atenção foi, Protector. Meus Srs. não foi isso que vi, nem os vi.
Uma Palavra de apreço Para aqueles Srs Doutores, que com a sua presença, abrilhantaram o festival, deliciando-nos com as suas cantorias. e fundamentalmente o apoio e carinho demonstrado aos mais novos.
Bem Hajam.
Por fim uma palavra sentida de elogio endereçada a comissão organizadora, na pessoa do meu amigo Compadre, bem assim como todos os que a apoiaram.Parabéns
Um grande abraço do amigo
Fernando Carvalho"

 

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O Conquistador
responde a O Novessetum:

"Pois assi se fazem as cousas".

Contra a prepotência e estupidez, elegância e maturidade.

Congratulo-me com a postura dos "meus", mas enalteço a maturidade e elegância de todos os que disso deram provas, participando no evento.

A todos, os meus parabéns. As Tunas saíram mais fortes e dignificadas. Assim se devem fazer as coisas.

As trupes musicais, essas... ficam cada dia mais pequeninas e reduzidas à ínfima expressão da sua mesquinhez.

Oxalá lhes saiba bem o prato de lentilhas pelo qual venderam a dignidade.

Aquele abraço a ti, meu caro, ao Sr. Fernando, a todas as Tunas que pensam pela sua própria cabeça e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a O Conquistador:

Após a leitura deste ultimo post a nós oferecido pelo Novessetum, confesso que apenas me assalta uma ou duas duvidas, que passo a explanar em jeito de questões e responda quem souber.


Como é que se pode sentir a falta de quem nos abandonou? Como é possível ainda hoje se sentir algo tão profundamente intimo como será sentir-se saudade de alguém que nos deixou sozinhos, que nos abandonou, que nos passou para trás? É algo que francamente, só entendo por um ponto de vista, o da pena. Pena desses desgraçados, como se tem pena de um cão abandonado. Só se for assim. De resto, sentir a falta de quem nos mete a faca nas costas é um imenso exercício de beneditino perdão. Admiro essa saudade. Talvez porque não sois da mesma laia, só pode ser por isso. Nota-se pelo conteúdo e forma da vossa reacção; não sois da mesma laia, definitivamente.


Depois há outra dúvida que me assalta sobremaneira. Nesta altura de crise profunda e ainda por cima assolados que estamos a ser por uma seca enorme, onde não há pingo de chuva que nos lave a alma e regue os campos, a necessidade de uma boa nutrição começa a ser importante. É-o sempre, seja a quem seja, homem ou animal. Ora, se alguns há que secos são das ideias julgando também secar, quais eucaliptos, os homens e mulheres que estudam e tocam nas Tunas, com as suas parvoíces pueris de meninos desocupados, temo seguramente pela saúde destes últimos: é que o preço do fardo de palha aumentou com esta seca, o que faz antever %u2013 e juntando à falta de alimento espiritual %u2013 uma tremenda falta de alimento para o corpo; o que vale é que Maio está aí e a cevada chegará em força dentro de garrafas gentilmente cedidas pelo entreposto comercial FAPIano, o que deverá chegar, se não para o espírito e corpo, pelo menos para as carteiras dos mesmos. Mas enquanto chega e não chega a cevada liquida quedamo-nos pelos fardos de palha caros como gasolina 95 sem chumbo. Já eu prefiro com chumbo, que é coisa que esses cretinos precisam, daqueles pequeninos, de pressão de ar, nas suas nobiliárquicas nádegas.

 

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R T
responde a R T:

Note-se que falo de chumbos de forma absolutamente metafórica, até porque estamos a falar, paradoxalmente ou não, dos maiores peritos mundiais em chumbos.

 

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R T
responde a R T:

E ainda este fds passado andei pela A1, IC 2 e IP3 e nada! Nem uma Operação StoPraxista! Estou indignado, logo agora que mandei lavar o traje e tudo! Não está certo, cum a breca! Cuidais que tenha engraxado os sapatos e tudo??? E nada??? Nem uma barragem na Estrada da Beira??? Assim não dá, pá! Um caloiro fazia melhor!

 

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O Conquistador
responde a R T:

Já não seria a primeira vez que o "filho" ensinava ao "pai" o que é ter dignidade.

Pode ser que ganhem vergonha na cara. O mais certo é que não.

Os cães-de-fila rosnam os "ave dux" do estilo... e a caravana passa - com alguns chumbos lá pelo meio - mas passa e continuará a passar.

Tunas - 1
Matilha - 0

É quanto basta. E o jogo ainda só vai no princípio: primeira vez que chegámos à baliza do adversário, golo. Eficácia de 100%.

Quer-me parecer que a cabazada vai ser monumental - mesmo sem os 5 violinos da minha saudade.

Abraço e

BOA MÚSICA!

 

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R T
responde a D. Pichas:

D. Pichas, tenhamos todos respeito pelos idosos não lhes proporcionando tamanha presença biodesagradável.

Conquistador, complicado este jogo de futebol que anuncias, até porque na outra equipa é convicção mais do que profunda que um esférico possui vértices, o que torna o suposto jogo desigual por manifesta falta de condições cognitivas da parte do oponente, claro está. Aliás, nota-se claramente ao longo dos últimos tempos tal lacuna, entre outras, a esse nível. Talvez por força do altíssimo preço dos fardos de palha, quer crer.

 

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O Conquistador
responde a R T:

Agora que o "nosso" homem está reformado vai ser a loucura. Agora é que isto vai entrar nos eixos! - LOL!

Vai ser só pirâmides a rebolar pelo bouquet ideológico que eu visualizo no espaço abstracto que me rodeia.

(Nem o próprio diria melhor!)

Com um aumento de 7 cêntimos na tonelada de feno, começa a ser mais barato alimentar as bestas a pão-de-ló.

 

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